sábado, 11 de fevereiro de 2017

Respiração e postura: qual a relação?

O dia-a-dia agitado leva muitas pessoas à rapidez em quase tudo que fazem. E quando mal percebem já estão a executar tudo automaticamente. Assim, os cuidados com a postura também parecem ficar em último plano. A postura inadequada, por sua vez, acaba por contribuir bastante para uma má respiração e vice-versa. Talvez não se aperceba, mas pode estar a respirar de uma forma totalmente incorreta há bastante tempo e a prejudicar a sua própria saúde por causa disso.

Qual a relação entre os erros posturais e os erros de respiração?


Os músculos, os órgãos e os ossos estão todos “interligados”, então quando respiramos mal, isso tende a refletir-se no nosso comportamento postural e o contrário também pode ser observado. Se o paciente apresenta alguma dificuldade respiratória, ele aprende a assumir uma determinada postura que, de repente, evita as dores decorrentes do problema, mas que está incorreta. Pelo contrário, se a pessoa assumir posturas incorretas por outras razões também pode influenciar a respiração, visto que a má postura prejudica os órgãos e o seu funcionamento normal, o corpo não se mantém alongado e, assim, a respiração não completa o seu ciclo, como resultado o organismo não funciona ao seu ritmo.

Daí a importância de proporcionar uma maior flexibilidade da musculatura, devido ao facto de “encurtarmos” os nossos músculos e promovermos posturas inadequadas durante nossa vida. Na prática clínica observamos a dificuldade que as pessoas possuem em promover uma boa dinâmica respiratória.

Vale a pena salientar…
Os indivíduos sedentários apresentam pior função pulmonar quando comparados com os ativos. E um dos efeitos da inatividade, é alteração da mobilidade muscular, com atrofia, fraqueza, diminuição do número de sarcómeros e aumento na deposição de tecido conjuntivo, levando ao encurtamento muscular. O encurtamento dos músculos da cadeia respiratória leva ao aumento do volume pulmonar em repouso, caracterizando tórax com grande diâmetro, restringindo assim a mobilidade da caixa torácica. Portanto, para que ocorram os ciclos respiratórios de forma adequada, deve haver um sincronismo entre a caixa torácica, os pulmões e a musculatura respiratória, atuando de forma harmoniosa e coordenada para tornar possível um fenómeno tão complexo. Daí a grande importância de uma vida ativa com a prática regular de atividades físicas.

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11 de Fevereiro – Dia Mundial do Doente

O doente tem direito:

- A ser tratado no respeito pela dignidade humana;
- Ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóficas e religiosas;
- A receber os cuidados apropriados ao seu estado de saúde;
- À prestação de cuidados continuados;
- A ser informado acerca dos serviços de saúde existente;
- A ter informação sobre a sua situação de saúde:
- Obter uma segunda opinião sobre o seu estado de saúde;
- A dar ou recusar o seu consentimento antes de qualquer ato médico ou participação em investigação ou ensaio clínico;
- À confidencialidade de toda a informação clínica que lhe diga respeito;
- Ao acesso aos dados registados no seu processo clínico e de forma a que o doente os compreenda;
- À privacidade na prestação de qualquer ato médico;
- A apresentar sugestões ou reclamações.

O doente tem o dever de:

- Zelar pelo seu estado de saúde;
- Fornecer aos profissionais de saúde todas as informações necessárias para um diagnóstico correto e um tratamento adequado;
- Respeitar os direitos dos outros doentes;
- Colaborar com os profissionais de saúde, respeitando as suas indicações;
- Respeitar as regras de funcionamento dos serviços de saúde;
- Utilizar os serviços de saúde de forma apropriada e colaborar ativamente na redução de gastos desnecessários.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

6 RAZÕES porque o seu corpo não reflecte o esforço no ginásio

1. Não controla porções (leia-se "calorias") , diz que "come muito" mas tem "cuidado" com a qualidade;

2. Os macros estão inadequados (proteína a mais, pouca gordura, low carb...);

3. O treino não é adequado (não é treinar mais, é treinar MELHOR);

4. Falta consistência (2-3 meses e já está a abrandar...)

5. Não descansa

6. Suplementação inadequada

Estes 6 factores são todos trabalhados no acompanhamento, por vezes não quer ouvir a verdade e prefere acreditar nas revistas e no antes/depois dos suplementos e esquece-se que há algo mais.


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www.nbfisio.pt

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Jornal NBfisio - Nº1

E eis que chega o Jornal NBfisio! Notícias, artigos de temas de interesse de várias áreas (Osteopatia, Fisioterapia, Mesoterapia, Nutrição, Pilates Clínico) e possíveis eventos da NBfisio!

Esteja atento e acompanhe os próximos números!!!


Download: https://goo.gl/NjHfvS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Fisioterapia e Osteopatia nas Disfunções da ATM


A Articulação Temporomandibular (ATM) é articulação que une a mandíbula ao crânio permitindo o movimento da boca, pertence a um complexo músculo-esquelético que usamos muitíssimo: sempre que falamos, rimos, mastigamos, engolimos, fazemos expressões faciais… Se pensarmos que deglutimos mais de 2.000 vezes por dia, passamos o dia a falar, mastigamos centenas de vezes e que isto envolve o trabalho muscular e o movimento nestas articulações, é fácil perceber que também estas podem dar problemas. É muito frequente apresentarem disfunções provocadas pelo mau funcionamento, entre as diferentes estruturas que a constituem.


Podemos classificar as disfunções nesta região em dois grandes grupos:
- Perturbação das estruturas musculares: mialgias; dor miofascial;
- Perturbação das estruturas articulares: artralgia; deslocam
ento discal com ou sem redução; patologia degenerativa.

Que sintomas podemos identificar numa Disfunção Temporomandibular (DTM)?


- Dor ou desconforto na face, na região do ouvido, na mandíbula e/ou nos músculos mastigatórios;

- Dor de cabeça (cefaleia);
- Dor na região do pescoço (coluna cervical);
- Outros sintomas associados como zumbidos, sensação de redução da audição, tonturas, bruxismo;
- Dificuldade em abrir a boca e/ou mastigar;
- Estalidos ao abrir/fechar a boca, que por vezes parecem ser na região do canal auditivo.


O que pode fazer a fisioterapia por si?
O fisioterapeuta, em conjunto com o seu dentista, ortodontista ou em alguns casos ainda o psicólogo, psiquiatra, terapeuta da fala, cirurgião maxilo-facial, ortoprotésico, avaliam a causa dos sintomas e irão ajudá-lo a encontrar uma solução terapêutica.

Após identificação dos problemas, o seu fisioterapeuta poderá ajudá-lo através de:
- Técnicas de terapia Manual;
- Exercício terapêutico;
- Reeducação Postural;
- Educação e ensino de estratégias ao utente;
- Outras abordagens complementares como as Osteopatia craniana, entre outros.



Se  apresentar algum destes sintomas ou sintomas na sua ATM, saiba que a Fisioterapia e a Osteopatia o poderá ajudar!

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Lesão meniscal


Existem dois grupos de indivíduos que são mais propensos às lesões meniscais: os jovens, praticantes de desporto, e o de pessoas acima dos 50 anos. Nos jovens, as lesões estão relacionadas com eventos traumáticos, como entorses ou outros movimentos bruscos e não habituais do joelho. É muito comum as lesões de menisco estarem associadas às lesões ligamentares. Já no caso dos pacientes mais velhos, as lesões de menisco são degenerativas, causadas pelo desgaste natural e perda das propriedades elásticas dos meniscos.


SINTOMAS
Os principais sintomas desta lesão são a dor, que normalmente se localiza nas laterais do joelho (interna ou externa, dependendo do menisco lesionado), e os bloqueios do joelho. Este último sintoma é causado pelo deslocamento do menisco de um lado para outro, o que gera estalos e bloqueios em certas posições.

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é feito através das queixas do paciente e do exame físico que apontam para suspeita clínica da lesão de um ou dos dois meniscos. A suspeita clínica deve ser confirmada ou descartada através de ressonância magnética.

TRATAMENTO
Nos pacientes com a chamada lesão degenerativa do menisco, o tratamento conservador (sem cirurgia) costuma apresentar bons resultados em até 70% dos casos, com o uso de medicações anti-inflamatórias e fisioterapia.
Nos casos onde o tratamento conservador não obteve sucesso, a cirurgia artroscópica, com a remoção do fragmento lesionado do menisco deverá ser realizada. Nos casos de lesão degenerativa, a sutura (costura) meniscal está contra-indicada, já que não há hipótese de cicatrização.
Nos casos de lesão meniscal por trauma do joelho, que acontece normalmente em pacientes mais jovens e desportistas, o tratamento normalmente é cirúrgico com a tentativa de sutura (costura) do menisco lesionado por artroscopia. Porém, não são todas as lesões de menisco que são passíveis de sutura. As lesões fora da zona vermelha (zona que recebe o suprimento sanguíneo – o terço mais periférico do menisco) tem chances menores de cicatrização, e por isso, a remoção do fragmento deverá ser considerada.
Lesões menores e com características de estabilidade no exame da ressonância magnética poderão ser tratadas com fisioterapia e anti-inflamatórios visando a ausência dos sintomas dolorosos mesmo nos pacientes mais jovens.

(Fonte: meujoelho.com)

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Os 3 Alimentos Chave

Os alimentos fornecem energia, macro e micronutrientes e todos têm uma função mas alguns têm benefícios adicionais e justificam que os inclua na sua alimentação pelo valor acrescentado:
1.Ovo – a fonte proteica por excelência, para alternar com a carne ou peixe, perfeito, polivalente ou portátil. Perfeito também para um lanche mais saciante e completo, troque o fiambre de pouca carne por ovo cozido ou mexido e fica a ganhar.
2.Flocos de aveia – os melhores cereais que pode ter na sua alimentação. Ricos em fibra e em vitaminas do complexo B, mas acima de tudo ganham porque são 100% naturais e não têm de ser enriquecidos. Podem não ter grande graça sozinhos mas consegue fazer uma granola excelente com aveia, frutos secos e mel.
3.Azeite – o ouro líquido dos países do mediterrâneo. Rico em ácido oleico, uma gordura monoinsaturada cardioprotectora, efeito reforçado pela vitamina E. Mas destaca-se ainda mais pela riqueza em polifenóis com efeitos anti-inflamatórios, anti-carcinogénicos e anti-virais entre outros. Por isso mesmo prefira utilizar azeite virgem extra e use sobretudo para temperar com a devida moderação.
(Dr.ª Filipa Vicente)
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CENTRO de DIAGNÓSTIO e TERAPIAS do CLUBE DESPORTIVO COVA da PIEDADE Dr.Nuno Barreto


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