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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Jornal NBfisio - 3ª Edição - Abril de 2017

- Mitos sobre a dor lombar
- Osteopatia líquida
- Nutrição: Marmitas saudáveis

Faça o seu download através do link abaixo:
https://goo.gl/mirGDu

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terça-feira, 21 de março de 2017

Hábitos do dia-a-dia que podem comprometer a saúde da sua coluna vertebral

Embora A POSTURA CORRETA NÃO EXISTA, deixamos alguns hábitos menos bons que, com o passar dos meses/anos, podem comprometer a saúde da coluna vertebral, e por consequência, a qualidade de vida!

- Postura incorreta no uso do computador
Se passa muitas horas em frente ao computador (seja no trabalho ou em casa) com uma postura inadequada, o aparecimento de dores na coluna vertebral é apenas uma questão de tempo. A DICA É REDUZIR O TEMPO DE USO da ferramenta e, sempre que precisar de o fazer, observar atentamente a postura. Se trabalha com o computador, considere a ergonomia, ajustando corretamente o ecrã do computador, a altura da cadeira e da mesa e outras características necessárias à manutenção de uma boa postura.
No caso do uso de computador portátil é preciso ainda mais cuidado: é aconselhável utilizar o notebook num suporte específico (sempre com o ecrã à altura dos olhos) e não sobre as pernas, por exemplo. O mesmo cuidado vale para smartphones, nunca se deve inclinar o pescoço para alcançar a tela, isso prejudica a coluna cervical. Também é importante fazer pausas durante o uso do computador para alongar e espreguiçar.

- Dormir “na posição errada”
Quem nunca acordou
com aquela dor nas costas ou no pescoço?! O que muitas pessoas não sabem é que a posição na hora de dormir faz toda a diferença! No entanto, controlar a posição em que se dorme não é fácil. Seguem alguns conselhos, que pode seguir pelo menos quando está a adormecer:
Para dormir, a melhor posição é a deitada completamente de lado, pois é possível manter a coluna vertebral mais alinhada. Nesta posição, a almofada deve ter a altura do ombro para que a cabeça não fique inclinada. Também é importante colocar uma almofada entre os joelhos, manter as pernas ligeiramente fletidas e anca relaxada.
Dormir de barriga para cima não é muito aconselhável, mas se esta for a sua posição preferida, opte pelo uso de uma almofada mais baixa sob a cabeça para não promover tensões na musculatura cervical e outra almofada por baixo dos joelhos para relaxar os músculos da lombar e das coxas.
A posição de bruços é a mais prejudicial para dormir e mesmo que você se sinta, aparentemente, confortável, procure evitá-la, pois os prejuízos à coluna e a outras regiões do corpo são bem mais prováveis de surgir.

- Ausência de exercício físico e má alimentação
Se não pratica atividade física regularmente e ainda consome alimentos pobres em nutrientes ou se alimenta sem qualquer controlo equilibrado de horas, a sua coluna e o seu corpo inteiro estão suscetíveis às dores e outros problemas graves. SER SEDENTÁRIO COMPROMETE A SAÚDE. Os exercícios físicos ajudam bastante no fortalecimento da coluna e do corpo, por isso, vale a pena investir na prática regular de uma atividade física. E não se esqueça de cuidar da sua alimentação para evitar, inclusivé, o excesso peso que também traz malefícios à coluna vertebral.

Existem muitas outras formas de prejudicar a própria coluna no dia-a-dia. A dica é estar atento à sua postura em tudo que for fazer!

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quarta-feira, 8 de março de 2017

Na NBfisio o Dia Internacional da Mulher é notícia!

O dia 8 de Março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher

Leia o resumo da história deste dia na 2ª Edição do Jornal NBfisio!!!

- Aulas de Pilates Clínico
- Massagem para grávidas
- Drenagem Linfática Manual (na gravidez)
- Terapia Sacrocraniana (na gravidez)



Download Jornal NBfisio 2ª Edição: https://goo.gl/4HviBf

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Respiração e postura: qual a relação?

O dia-a-dia agitado leva muitas pessoas à rapidez em quase tudo que fazem. E quando mal percebem já estão a executar tudo automaticamente. Assim, os cuidados com a postura também parecem ficar em último plano. A postura inadequada, por sua vez, acaba por contribuir bastante para uma má respiração e vice-versa. Talvez não se aperceba, mas pode estar a respirar de uma forma totalmente incorreta há bastante tempo e a prejudicar a sua própria saúde por causa disso.

Qual a relação entre os erros posturais e os erros de respiração?


Os músculos, os órgãos e os ossos estão todos “interligados”, então quando respiramos mal, isso tende a refletir-se no nosso comportamento postural e o contrário também pode ser observado. Se o paciente apresenta alguma dificuldade respiratória, ele aprende a assumir uma determinada postura que, de repente, evita as dores decorrentes do problema, mas que está incorreta. Pelo contrário, se a pessoa assumir posturas incorretas por outras razões também pode influenciar a respiração, visto que a má postura prejudica os órgãos e o seu funcionamento normal, o corpo não se mantém alongado e, assim, a respiração não completa o seu ciclo, como resultado o organismo não funciona ao seu ritmo.

Daí a importância de proporcionar uma maior flexibilidade da musculatura, devido ao facto de “encurtarmos” os nossos músculos e promovermos posturas inadequadas durante nossa vida. Na prática clínica observamos a dificuldade que as pessoas possuem em promover uma boa dinâmica respiratória.

Vale a pena salientar…
Os indivíduos sedentários apresentam pior função pulmonar quando comparados com os ativos. E um dos efeitos da inatividade, é alteração da mobilidade muscular, com atrofia, fraqueza, diminuição do número de sarcómeros e aumento na deposição de tecido conjuntivo, levando ao encurtamento muscular. O encurtamento dos músculos da cadeia respiratória leva ao aumento do volume pulmonar em repouso, caracterizando tórax com grande diâmetro, restringindo assim a mobilidade da caixa torácica. Portanto, para que ocorram os ciclos respiratórios de forma adequada, deve haver um sincronismo entre a caixa torácica, os pulmões e a musculatura respiratória, atuando de forma harmoniosa e coordenada para tornar possível um fenómeno tão complexo. Daí a grande importância de uma vida ativa com a prática regular de atividades físicas.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Jornal NBfisio - Nº1

E eis que chega o Jornal NBfisio! Notícias, artigos de temas de interesse de várias áreas (Osteopatia, Fisioterapia, Mesoterapia, Nutrição, Pilates Clínico) e possíveis eventos da NBfisio!

Esteja atento e acompanhe os próximos números!!!


Download: https://goo.gl/NjHfvS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Fisioterapia e Osteopatia nas Disfunções da ATM


A Articulação Temporomandibular (ATM) é articulação que une a mandíbula ao crânio permitindo o movimento da boca, pertence a um complexo músculo-esquelético que usamos muitíssimo: sempre que falamos, rimos, mastigamos, engolimos, fazemos expressões faciais… Se pensarmos que deglutimos mais de 2.000 vezes por dia, passamos o dia a falar, mastigamos centenas de vezes e que isto envolve o trabalho muscular e o movimento nestas articulações, é fácil perceber que também estas podem dar problemas. É muito frequente apresentarem disfunções provocadas pelo mau funcionamento, entre as diferentes estruturas que a constituem.


Podemos classificar as disfunções nesta região em dois grandes grupos:
- Perturbação das estruturas musculares: mialgias; dor miofascial;
- Perturbação das estruturas articulares: artralgia; deslocam
ento discal com ou sem redução; patologia degenerativa.

Que sintomas podemos identificar numa Disfunção Temporomandibular (DTM)?


- Dor ou desconforto na face, na região do ouvido, na mandíbula e/ou nos músculos mastigatórios;

- Dor de cabeça (cefaleia);
- Dor na região do pescoço (coluna cervical);
- Outros sintomas associados como zumbidos, sensação de redução da audição, tonturas, bruxismo;
- Dificuldade em abrir a boca e/ou mastigar;
- Estalidos ao abrir/fechar a boca, que por vezes parecem ser na região do canal auditivo.


O que pode fazer a fisioterapia por si?
O fisioterapeuta, em conjunto com o seu dentista, ortodontista ou em alguns casos ainda o psicólogo, psiquiatra, terapeuta da fala, cirurgião maxilo-facial, ortoprotésico, avaliam a causa dos sintomas e irão ajudá-lo a encontrar uma solução terapêutica.

Após identificação dos problemas, o seu fisioterapeuta poderá ajudá-lo através de:
- Técnicas de terapia Manual;
- Exercício terapêutico;
- Reeducação Postural;
- Educação e ensino de estratégias ao utente;
- Outras abordagens complementares como as Osteopatia craniana, entre outros.



Se  apresentar algum destes sintomas ou sintomas na sua ATM, saiba que a Fisioterapia e a Osteopatia o poderá ajudar!

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Lesão meniscal


Existem dois grupos de indivíduos que são mais propensos às lesões meniscais: os jovens, praticantes de desporto, e o de pessoas acima dos 50 anos. Nos jovens, as lesões estão relacionadas com eventos traumáticos, como entorses ou outros movimentos bruscos e não habituais do joelho. É muito comum as lesões de menisco estarem associadas às lesões ligamentares. Já no caso dos pacientes mais velhos, as lesões de menisco são degenerativas, causadas pelo desgaste natural e perda das propriedades elásticas dos meniscos.


SINTOMAS
Os principais sintomas desta lesão são a dor, que normalmente se localiza nas laterais do joelho (interna ou externa, dependendo do menisco lesionado), e os bloqueios do joelho. Este último sintoma é causado pelo deslocamento do menisco de um lado para outro, o que gera estalos e bloqueios em certas posições.

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é feito através das queixas do paciente e do exame físico que apontam para suspeita clínica da lesão de um ou dos dois meniscos. A suspeita clínica deve ser confirmada ou descartada através de ressonância magnética.

TRATAMENTO
Nos pacientes com a chamada lesão degenerativa do menisco, o tratamento conservador (sem cirurgia) costuma apresentar bons resultados em até 70% dos casos, com o uso de medicações anti-inflamatórias e fisioterapia.
Nos casos onde o tratamento conservador não obteve sucesso, a cirurgia artroscópica, com a remoção do fragmento lesionado do menisco deverá ser realizada. Nos casos de lesão degenerativa, a sutura (costura) meniscal está contra-indicada, já que não há hipótese de cicatrização.
Nos casos de lesão meniscal por trauma do joelho, que acontece normalmente em pacientes mais jovens e desportistas, o tratamento normalmente é cirúrgico com a tentativa de sutura (costura) do menisco lesionado por artroscopia. Porém, não são todas as lesões de menisco que são passíveis de sutura. As lesões fora da zona vermelha (zona que recebe o suprimento sanguíneo – o terço mais periférico do menisco) tem chances menores de cicatrização, e por isso, a remoção do fragmento deverá ser considerada.
Lesões menores e com características de estabilidade no exame da ressonância magnética poderão ser tratadas com fisioterapia e anti-inflamatórios visando a ausência dos sintomas dolorosos mesmo nos pacientes mais jovens.

(Fonte: meujoelho.com)

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Ajustamento Corporal Integral - “Body Adjustment”

A técnica obedece à lei da NÃO DOR, isto é, todas as técnicas não podem ser dolorosas.

- Valoriza as energia: química, física e vital, promovendo um ajustamento estrutural, funcional e ambiental;
- Intensifica a mobilidade e a flexibilidade;
- Promove o descongestionamento nervoso, sanguíneo e linfático;
- Alivia a dor:
- Relaxa os músculos, reorganiza o tecido visceral e a componente osteoarticular;
- Centra o tratamento na coluna vertebral através de técnicas de facilitação que incluem diferentes rotinas para um objectivo final de estabilização.
- Trata-se de uma terapêutica puramente manual, indolor que não é invasiva nem agressiva, não recorre à prescrição de fármacos e pode ser realizada em pacientes de todas as idades.

Cada sessão demora em média 45 minutos e ao fim de três sessões os resultados são visíveis. Dependendo de caso para caso, cinco é o número médio de tratamentos por paciente, até que o organismo recupere a integridade corporal global e se reequilibre.


Texto: Dr. Nuno Barreto
Fisioterapeuta, Osteopata, Professor.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Questão Nº 2 Terapia Sacrocraniana

Segue a resposta a uma questão que se coloca tanto após sessões de terapia sacrocraniana como de osteopatia!!!

QUESTÃO Nº2 - Porque é que nalguns casos os sintomas podem acentuar-se após uma sessão?
Existem várias explicações para esta situação. Uma delas é o facto de o corpo, por vezes, durante o processo de Libertação Somato Emocional, poder reviver o traumatismo a que foi submetido. Esta situação pode-se prolongar por algumas horas ou dias. A outra situação é que o doente pode manifestar sintomas que estiveram (adormecidos) durante algum tempo e que, quando se libertam podem causar algum desconforto ou mesmo dor. Isto acontece porque o corpo adaptou-se à disfunção e reage quando a situação sofre alterações.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O que é a Terapia Sacrocraniana?!

A Terapia Sacrocraniana é uma terapia manual, suave, relaxante e não agressiva. Tem como objectivo detectar e corrigir desequilíbrios no sistema sacro craniano, os quais podem causar disfunções neurológicas, mecânicas e intelectuais. É indicada para recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos, grávidas e idosos.

Actua em:

• Dores de cabeça
• Dores crónicas de pescoço e costas
• Disfunções do sistema nervoso
• Fibromialgia e disfunções do sistema conjuntivo
• Zumbidos
• Tonturas
• Disfunções da ATM (Articulação Temporo-Mandibular), bruxismo
• Ciática, artrite e outros problemas osteo-articulares
• Dificuldade de concentração
• Insónias, stress, ansiedade, falta de energia
• Depressão pós-parto
• Recuperação após parto
• Torcicolos no bebé
• Ausência / dificuldade no reflexo de sucção do bebé



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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Osteopatia na dor de cabeça

As dores de cabeça caracterizam-se por dores no crânio principalmente nas regiões occipital, frontal e temporal.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Cefaleias, estas dividem-se e subdividem-se em mais de 200 formas diferentes. A mais comum limita-se normalmente a um dos lados do crânio, sendo agravada pelo movimento, podendo surgir formigueiros na zona orbital, cervical ou nos membros superiores.

O tratamento osteopático consiste inicialmente na pesquisa da origem dos sintomas, através de testes específicos, recorrendo posteriormente a manipulações suaves e indolores no tecido mole, ósseo, nervoso, visceral e articulações no intuito de corrigir as disfunções que originaram a dor.

As dores de cabeça são passíveis de serem controladas ou eliminadas com o recurso à Osteopatia, para tal, é necessário integrar o “corpo humano” numa perspectiva de abordagem global.
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Dor Ciática


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A dor ciática não é uma patologia em si, mas um sintoma manifestado pela dor provocada pela pressão exercida sobre o nervo ciático – o mais longo do corpo humano e que estabelece a ligação entre a coluna e os membros inferiores. Pode ser um indício de outros problemas de saúde e é mais frequente após os 30 anos, altura em que começa o desgaste gradual dos discos vertebrais.

Causas da Dor Ciática:
- Má postura,
- Esforço muscular
- Traumatismo (queda, acidente)
- Hérnia discal,
- Cicatriz (quando a pele cicatrizada exerce pressão sobre o nervo e provoca dor),
- Gravidez (devido à alteração do centro de gravidade, actividade hormonal, aumento de peso),
- Profissão (condução de veículos ou transporte de objectos pesados),
- Outras patologias como a diabetes (neuropatias associadas).

Os sintomas deste problema podem variar em tipo, gravidade e localização, consoante a patologia que está na sua origem. A dor tem início na coluna e irradia pela zona inferior do corpo (nádega, coxa e ao longo do membro inferior).

Os principais sinais são:
- Dor constante num lado dos membros inferiores (nádega, perna),
- Dor que piora quando se está sentado,
- Dor intensa que dificulta o levantar ou andar,
- Fraqueza muscular,
- Ardor ou formigueiro ao longo da perna,
- Dormência.

Tratamento da Dor Ciática

O repouso não é a melhor estratégia para combater a dor ciática, pois há o risco de agravar os sintomas e de favorecer a imobilização. Se a dor ciática não melhorar ou desaparecer após alguns dias, ou se houver um agravamento de algum dos sintomas, é obrigatória a observação.

O tratamento osteopático consiste inicialmente na pesquisa da origem dos sintomas, através de testes específicos, recorrendo posteriormente a manipulações suaves e indolores nos tecidos moles, ósseo, nervoso, visceral e articulações no intuito de corrigir as disfunções que originaram a dor.

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10 mitos sobre a dor lombar!


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A dor lombar é uma das principais causas de incapacidade em todo o mundo. Apesar das pesquisas e dos gastos com a saúde, a incapacidade associada a dor lombar continua a aumentar. Actualmente, há uma ampla aceitação na comunidade científica de que as tentativas de diagnosticar e tratar a dor lombar com base em modelos e crenças biomédicas falharam em grande parte.

Os resultados das pesquisas sobre os mecanismos de dor têm ajudado a modificar a compreensão da dor crónica entre os profissionais de saúde. Há evidências de que o conhecimento, as atitudes e as crenças dos profissionais de saúde sobre a dor crónica estão a melhorar. No entanto, ainda parece haver a presença de muitos mitos que são difundidos por profissionais mas também estão presentes na crença do população em geral.


MITO 1. Dor na coluna é comum e normal!
Oitenta por cento da população sofrerá um episódio de dor na coluna lombar durante a sua vida. Ter dor na lombar é como ficar cansado ou triste; não gostamos, porém isso ocorre em algum momento para quase todo nós. O que não é comum no entanto, é não se recuperar de um episódio de dor na coluna. A maioria dos episódios de dor aguda nas costas tem prognóstico excelente. Nas duas primeiras semanas após um episódio agudo de dor, a maioria das pessoas descreve uma melhoria significativa dos seus sintomas, com 85% das pessoas recuperando completamente aos três meses. Apenas um pequeno número de pessoas desenvolve problemas persistentes e debilitantes.


MITO 2. Exames complementares de diagnósticos, NEM SEMPRE são necessários!

Ambos, profissionais da saúde e população geral, consideram com frequência a requisição de imagens radiológicas/TAC's/RM´s ‘só para ter a certeza’ se tem algo mais sério a causar a dor lombar. No entanto, todas as fontes de evidência sugerem que os exames de diagnóstico revelam informações importantes em apenas 5% (ou menos) dos casos de indivíduos com dor lombar.

Com base nos sintomas e história médica de um indivíduo, uma breve consulta com um profissional de saúde credenciado permite identificar se o os exames complementares de diagnóstico são realmente necessários!

MITO 3. Ficar de repouso na cama não ajuda!

Nos primeiros dias após a lesão inicial, evitar actividades agravantes pode auxiliar na redução da dor, da mesma forma como se faria na presença de dor em outra parte do corpo, como após um entorse de tornozelo. Porém, existe forte evidência científica de que manter-se activo e retornar gradualmente a todas actividades usuais, incluindo trabalho e hobbies, são importantes auxiliares na recuperação. Pelo contrário, repouso prolongado na cama não ajuda, e está associado com maiores níveis de dor, incapacidade física, recuperação menos favorável e abstinência do trabalho por períodos mais longos.

MITO 4. Mais dor nas costas não significa mais lesão na coluna!

Talvez pareça estranho, mas, hoje em dia, nós sabemos que sentir mais dor não significa, necessariamente, que há mais lesão. Em última análise, dois indivíduos com a mesma lesão podem sentir níveis diferentes de dor. O nível de dor percebido pode variar de acordo com uma série de factores, incluindo a situação na qual a dor ocorre, experiências passadas, humor, medo, níveis de stress e a forma de lidar com a dor. Além disso, o nosso sistema nervoso tem a habilidade de regular o quanto de dor uma pessoa sente em qualquer momento. Caso a pessoa tenha dor na coluna, é possível que o seu sistema nervoso se tenha tornado hipersensível e esteja a fazer com que a pessoa sinta mais dor, mesmo após o entorse ou estiramento inicial ter cicatrizado.

MITO 5. Cirurgia raramente é necessária!

Apenas uma pequena porção das pessoas com dor na coluna requerem cirurgia. A maioria das pessoas com dor na coluna consegue geri-la mantendo-se ativa, desenvolvendo uma melhor compreensão a respeito do significado de dor e identificando os fatores envolvidos na sua dor. Isso deve ajudar as pessoas a continuarem com as suas atividades de vida diária, sem ter que recorrer à cirurgia. Em média, os resultados de cirurgia de coluna, a médio e longo prazo, não são melhores do que intervenções não-cirúrgicas, como exercício físico.

MITO 6. Mochilas de escola são seguras – preocupar-se, talvez não!!!

Muitas pessoas acreditam que as crianças ao carregar mochilas pesadas para a escola têm mais probabilidade de dor na coluna. No entanto, pesquisas nesta área não encontraram este relacionamento, revelando que não há diferença no peso da mochila entre as crianças que desenvolvem e aquelas que não desenvolvem dor nas costas. Contudo, se uma criança – ou os seus pais – acredita que a sua mochila é muito pesada, esta criança tem mais possibilidade de desenvolver dor nas costas, ilustrando a importância do medo no desenvolvimento de dor na coluna. Tendo em vista as preocupações a respeito de inactividade e obesidade em crianças, carregar a mochila talvez seja uma simples e saudável estratégia para as crianças fazerem um pouco de exercício físico.

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MITO 7. A postura sentada perfeita talvez não exista!

Deveríamos todos sentar com uma postura erecta?
Ao contrário da crença popular, nenhuma postura sentada específica demonstrou ser capaz de prevenir ou reduzir dor na coluna. Diferentes posturas sentadas funcionam para diferentes pessoas!

Algumas pessoas dizem que sentem mais dor sentando numa posição completamente erecta, enquanto outras reclamam quando se sentam curvadas.

A habilidade de VARIAR a nossa postura, em vez de manter sempre a mesma, juntamente com a aprendizagem a com a capacidade de se mover de maneira confiante, relaxada e com variabilidade é importante para pessoas com dor na coluna.

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MITO 8. Stress, mau humor e preocupação influenciam a dor na coluna!

A maneira como nos sentimos pode influenciar a quantidade de dor que experienciamos. A dor na coluna pode ser activada após mudanças dos níveis de stress, ansiedade e humor nas nossas vidas. Da mesma forma que estes factores estão ligados a outras condições de saúde como síndrome do intestino irritável e cansaço. Como resultado, gerir os níveis de stress, humor e ansiedade realizando actividades que se goste, pode oferecer grande benefício no auxílio contra a dor na coluna.

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MITO 9. Exercício físico é bom e é seguro!

O exercício regular ajuda a manter o corpo e a mente saudáveis, e reduz a dor e o desconforto.

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MITO 10. Dor persistente na coluna PODE melhorar!

Tendo em vista que dor na coluna está associada a diversos factores que variam de indivíduo para indivíduo, os tratamentos, que abordem os factores relevantes para cada um deles, podem ser eficazes.

Através da correcta identificação e abordagem dos diferentes e principais factores que influenciam o bem-estar de cada indivíduo, a dor pode ser reduzida significativamente e as pessoas podem viver uma vida mais feliz e saudável!

(Fonte: Irish Society of Chartered Physiotherapists)

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“A sua saúde em boas mãos”

CENTRO de DIAGNÓSTIO e TERAPIAS do CLUBE DESPORTIVO COVA da PIEDADE Dr.Nuno Barreto


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